A inovação pública consolidou-se como estratégia para enfrentar problemas complexos, fortalecer a capacidade estatal e ampliar a confiança nas instituições. À medida que essa agenda amadurece, surge um novo desafio: como transformar a inovação em uma capacidade permanente do Estado sem reduzir sua capacidade de experimentar, aprender e adaptar-se? Partindo da experiência brasileira da GINGA, iniciativa coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), este painel discutirá quatro dimensões da institucionalização da inovação: incentivos que favoreçam a experimentação em vez da conformidade; contribuições da ciência comportamental para compreender e transformar decisões e práticas organizacionais; arranjos de governança capazes de sustentar a inovação para além de laboratórios e projetos; e o desenvolvimento de capacidades para que os Estados produzam seus próprios referenciais e fortaleçam sua soberania epistemológica.
Coordenadora-Geral de Inovação e Governança Estratégica. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Brasil
"Estados que aprendem constroem seus próprios referenciais: rumo à soberania epistemológica na inovação pública."
Diretora. Secretaria de Gestão e Inovação. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Brasil
"Quem sustenta a inovação quando o laboratório fecha? Governança, instituições e a experiência brasileira da GINGA"
Coordenadora-Geral de Inovação e Ciências Comportamentais (CINCO). Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Brasil. Brasil
"Além das normas: o que a ciência comportamental ensina sobre inovação pública."
Chefe de divisão. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Brasil. Brasil
"Parabéns, você matou a inovação! Quando os incentivos premiam a conformidade e punem a inovação."